Sundog, dedicada a cervejas históricas

Cervejaria leva novidades para o Mondial de La Bière em sua 3ª participação consecutiva no festival

Cada rótulo passa por um processo de pesquisa para que a cerveja saia o mais fiel possível às suas versões do passado (Fotos: Divulgação)

Cada rótulo passa por um processo de pesquisa para que a cerveja saia o mais fiel possível às suas versões do passado (Fotos: Divulgação)

Pelo terceiro ano consecutivo, a Sundog participa do Mondial de la Bière no Rio de Janeiro. Na edição passada, a cervejaria lançou no festival uma cerveja viking (Sahti) e uma cerveja celta (Pictii), com 11% e 20% de álcool respectivamente. A Sundog trabalha com cervejas históricas. Cada rótulo passa por um processo de pesquisa para que a cerveja saia o mais fiel possível às suas versões do passado.

A cervejaria trabalha com decocção por pedras quentes, fermentação aberta, fermentação selvagem, levedura de pão, elementos como peiote, bappir, za’atar, areia do Saara, tâmaras do Iraque, junípero da Escandinávia e sálvia branca, entre outros.

Neste ano, são quatro lançamentos, que completam três trilogias:

  • Uma cerveja nativa americana com elementos sagrados das nações Navajo, Sioux e Cherokee (Agave, Sálvia e Peiote)

  • Uma cerveja egípcia fermentada com levedura extraída de areia do deserto do Saara e camomila egípcia

  • Uma cerveja suméria inspirada no Hino a Ninkasi, a primeira receita de cerveja documentada pela humanidade, fermentada com levedura de tâmaras da região da antiga Suméria (atual Iraque).

  • Uma cerveja que homenageará as mulheres queimadas como bruxas durante a Inquisição. A “Black Magic" leva 3 ingredientes considerados “mágicos”: a borra de café, a canela e o sal grosso. Cada dose servida para mulheres levará uma pétala de rosa vermelha para compor a homenagem.

Conforme os cervejeiros da Sundog, durante o festival, "51 lobos uivarão do estande para todo o Pavilhão 4, convocando a Alcateia". A cervejaria estará no estande F18 do último pavilhão do Mondial de la Bière.