Pioneira do estudo da cerveja inspira colaborativa da Dádiva e da Tito Bier

A mística Hildegarda foi precursora nos estudos de um ingrediente básico para a bebida

Hildegarda é uma Imperial Pilsner com 8,1% de álcool (Foto: Divulgação)

Hildegarda é uma Imperial Pilsner com 8,1% de álcool (Foto: Divulgação)

Para uns, a Santa Hildegarda de Bingen, para outros, amonja beneditina Hildegard von Bingen. Para todos que conhecem a sua história, uma mulher à frente de seu tempo, que surpreendeu a Alemanha do século 12 com sua força e singularidade, e que hoje inspira o novo rótulo na linha pensadores da Tito Bier, desenvolvido em parceria com a Cervejaria Dádiva.

A mística Hildegarda foi escritora, poetisa, dramaturga, compositora, teóloga e também uma notável observadora da natureza com fundamento científico, e é aí que entra sua festejada relação com o mundo cervejeiro, sendo atribuída a ela a primeira menção histórica sobre os efeitos aromatizantes e conservantes do lúpulo nas produções da época feitas com cervejas de aveia.

Em estilo Imperial Pilsner, com 8,1% de álcool, a colaborativa Hildegarda chega ao mercado apenas em lata, para melhor conservar as propriedades do lúpulo, utilizado nesta produção em abundância. A lata de 473ml tem preço sugerido de R$ 32 e já está à venda no Biergarten da Tito Bier e pontos preferenciais da Cervejaria Dádiva em São Paulo e demais estados. Vendas online também integram as opções de compra acessando www.hoppack.com.br

A Tito Bier

Quem é do ramo, sabe. A fermentação é uma viagem. A fermentação é transformação de verdade. Na tentativa de controlar a anarquia biológica de fungos e bactérias, a humanidade chegou ao pão, ao queijo, ao picles, ao vinho e, sim, à cerveja. A Tito Bier nasceu de maneira semelhante, meio espontaneamente, as coisas fugindo um pouco do script para dar origem a uma outra história. Curiosos em tempo integral, o fotógrafo Claus Lehman e o designer Vini Marson viram na garagem de uma amiga na Lapa (perto da rua Tito), o lugar perfeito para cultivar uma ideia que já vinha embolorando na cabeça deles, entre um trabalho e outro, e cada vez mais no instável mercado editorial.

"Por que não dedicar mais tempo à cerveja feita por prazer para distribuir aos amigos?".

Não é isso o trabalho? De lá para cá as garagens mudaram assim como as receitas e a cerveja extrapolou a roda de amigos. Mas, a vontade de fazer uma cerveja de que gostassem de verdade permaneceu a mesma. Em 2015 aconteceria o primeiro salto das panelas pequenas e da produção feita com os próprios braços para as grandes levas, com cerca de 2 mil litros. Hoje, produzem seus rótulos nas instalações da Cervejaria Dádiva, em Várzea Paulista, no interior de São Paulo. Com a fermentação, a história é assim – uma transformação leva a outra e o negócio não para de borbulhar.