Mea Culpa inaugura sua cervejaria

Rótulos são inspirados em Pecados Capitais: Gula, Vaidade e Ira

Instalações são em Cotia, a 30 quilômetros do centro da capital paulista (Foto: Divulgação)

Instalações são em Cotia, a 30 quilômetros do centro da capital paulista (Foto: Divulgação)

Já tendo sido premiada com suas cervejas, a Mea Culpa acaba de inaugurar neste início de junho de 2015 sua fábrica, em Cotia (SP). Na cervejaria, a 30 quilômetros do centro da capital paulista, produz suas criações inspiradas em Pecados Capitais, traduzidos na formulação e visual das garrafas.

Para a estreia estão disponíveis três rótulos em chope e garrafa. Medalha de prata no Festival Brasileiro de Cervejas 2015, a Gula é uma Blonde Ale leve, seca, refrescante e com aroma de lúpulos nobres. A Vaidade é uma American Pale Ale de cor dourada. Já a Ira, uma Imperial IPA, carregada nos lúpulos de diferentes origens. Ainda este ano devem ser lançados mais dois pecados.

As receitas da Mea Culpa buscam o equilíbrio. Até nas cervejas mais extremas, faz questão do balanço de amargor e dulçor. “O objetivo é o prazer de beber sem enjoar”, define o cervejeiro Rodrigo Louro, responsável pelo desenvolvimento dos produtos. Phd. em Bioquímica, Rodrigo Louro largou a área de pesquisas para fazer cerveja há 11 anos e hoje também coordena e ministra cursos para cervejeiros. “Levamos em consideração as características dos pecados na escolha dos estilos e ingredientes que fossem perceptíveis para os apreciadores”, acrescenta.

As instalações têm mais de 1.300 metros quadrados e capacidade produtiva de 25 mil litros/mês, que deve dobrar até o final de 2015. Uma vez por mês a Mea Culpa vai abrir as portas para visitas e eventos de gastronomia e lifestyle.

O sócio fundador da Mea Culpa é empresário gaúcho Vitor Lucas. Criado em Porto Alegre (RS), onde a cerveja artesanal é muito presente, ele é cervejeiro caseiro há quatro anos e recentemente decidiu tornar a paixão em negócio. “A cultura cervejeira já está entranhada no meu DNA. Meu avô fazia stouts há cerca de 40 anos para consumo próprio e de visitas que recebia em casa”, lembra.

Ira
Gula