Cerveja

Cervejarias de Santa Catarina abrem grupo de sommeliers

Profissionais de todos os Estados podem participar da plataforma criada pela Acasc

Para a Associação das Micro Cervejarias de Santa Catarina, a expansão do mercado requer neste momento "a criação de plataformas e ferramentas para estimular a cocriação e a evolução conjunta dos profissionais e marcas" (Foto: Daniel Zimmermann/Divulgação)

Para a Associação das Micro Cervejarias de Santa Catarina, a expansão do mercado requer neste momento "a criação de plataformas e ferramentas para estimular a cocriação e a evolução conjunta dos profissionais e marcas" (Foto: Daniel Zimmermann/Divulgação)

No entender da Associação das Micro Cervejarias de Santa Catarina (Acasc), a expansão do mercado cervejeiro requer neste momento a criação de plataformas e ferramentas para estimular a cocriação e a evolução conjunta dos profissionais e marcas. Por isso criou um Grupo de Sommeliers.

A reunião, que inicialmente ocorre apenas online, é aberta para sommeliers de todos as unidades da federação. Para se inscrever, basta acessar este link e preencher os dados. Em pouco mais de uma semana, já são mais de 100 participantes.

Carlo Lapolli, presidente da Acasc, destaca o papel da Escola Superior de Cerveja e Malte, localizada em Blumenau (SC), e outras entidades que oferecem esse tipo de formação como propulsores da profissionalização do setor.

"É graças a bons profissionais que estamos progredindo em relação à maturidade do setor no Brasil. Agora queremos que essa atmosfera de aprendizado e de experiências compartilhadas siga também para quando essas pessoas já estão no mercado", comenta.

A entidade também planeja encontros presenciais para os profissionais.

Fundada há dois anos para representar as cervejarias artesanais catarinenses, a Acasc é uma entidade privada sem fins lucrativos que reúne produtores de cerveja e fornecedores do negócio. São 27 associadas de diferentes cidades do estado.

Outra luta da associação é a redução da carga tributária, em especial o ICMS. No entendimento da entidade, ele deve ser equiparado ao vinho artesanal que atualmente já recebe tratamento diferenciado em Santa Catarina.