Cloaking Device e Bel Air Sour, novidades da Brooklyn no Brasil

Dois novos rótulos da cervejaria norte-americana são trazidos pela importadora Beer Maniacs

A Cloaking Device faz parte da reserva especial da Brooklyn, uma linha sazonal (Foto: Divulgação)

A Cloaking Device faz parte da reserva especial da Brooklyn, uma linha sazonal (Foto: Divulgação)

Para os apreciadores da Brooklyn, uma das mais celebradas marcas de cerveja, há duas novidades interessantes no Brasil. A importadora de bebidas BeerManiacs acaba de aumentar o portfólio da família Brooklyn no Brasil. A cerveja Cloaking Device chega ao país com um número limitado de garrafas. Também chega a Bel Air Sour, uma cerveja ácida e jovem, segundo a própria marca.

Com uma linha que já contempla rótulos como a Lager, Brown Ale, IPA e Sorachi Ace, entre outros, a Brooklyn Brewery atua desde 1987, trabalhando intensamente na produção de cervejas e na promoção da cultura cervejeira norte-americana. Com a fábrica no coração tradicional bairro nova-iorquino, a cervejaria se destaca pelo caráter inovador, que mescla técnicas, ingredientes e estilos de diferentes locais em receitas exclusivas da marca.

O sócio-fundador da Brooklyn, Steve Hindy, explica:

“Juntos, esses Brooklyners uniram suas habilidades para transformar um hobby em uma cervejaria independente, com uma marca que hoje é um ícone mundial da arte de produzir boa cerveja.”

Integrante da linha Brooklyn Quarterly Experiment, a Cloaking Device faz parte da reserva especial da Brooklyn, uma linha sazonal.

“A linha Brooklyn Quarterly Experiment é um pequeno pedaço do mundo da Brooklyn Brewery, onde as cervejas vagam pelas florestas, brincam com fogo e, ocasionalmente, correm com tesouras na mão”, explica a própria cervejaria sobre o projeto.

A linha BQE oferece ao público uma reserva de cervejas especiais que leva muito mais tempo, espaço e dedicação para ficar pronta.

Brooklyn Cloaking Device

Uma homenagem às cervejas tipo Porter do passado, a Brooklyn Cloaking Device é uma mistura de aromas terrosos, com notas de cacau e baunilha, frutos da fermentação com Brettanomyces. Com leve acidez, o toque amadeirado (tanto no sabor quanto no aroma) é consequência da maturação de nove meses em barris de carvalho francês. Após maturar, é refermentada na garrafa com levedura de champagne.

Deliciosa, versátil e extremamente marcante, harmoniza com churrasco, carne de cervo, bifes secos, queijos e chocolate amargo. Contém 10% de ABV.

Bel Air Sour Ale

A Bel Air Sour tem um generoso dry-hopping de Amarillo (Foto: Divulgação)

A Bel Air Sour tem um generoso dry-hopping de Amarillo (Foto: Divulgação)

Inspirada no apelido dado ao clássico carro do gerente de laboratório e microbiólogo da marca, Drew Bombard, a Bel Air Sour traz uma sacudida de acidez, com aromas de frutas tropicais, resultado da ação dos lactobacillus exclusivos criados pela Brooklyn e de uma generosa ajuda de dry-hopping de Amarillo.

Os maltes de cevada macia e o trigo ajudam a criar um paladar seco e refrescante. A mistura de champanhe, lúpulo e abacaxi dão o toque de acidez. Os lúpulos Challenger, Perle e Mosaic se unem ao Amarillo para completar a experiência do sabor dessa Sour Ale.

Com ABV 5,8%, a Bel Air Sour harmoniza com sorvetes, frango grelhado, frutos do mar, queijos de cabra e pizza marguerita. A cerveja encantou a equipe desde que foi criada na seleta linha da cervejaria, a Brewmaster’s Reserve.

Referência mundial no setor e grande defensor da harmonização de cervejas, Garrett Oliver é responsável pelas receitas de sucesso da Brooklyn. Mestre-cervejeiro, vencedor do prêmio James Beard (2014), editor-chefe do The Oxford Companion to Beer, autor de The Brewmaster’s Table e chef - além de ser um viajante e colecionador de artigos da cultura pop -, Oliver desenvolve suas técnicas, paladar e olfato desde a primeira vez em que experimentou uma cerveja artesanal na Inglaterra, durante a década de 1980.

“Desde a primeira vez, sempre fiz experiências com cervejas. Foi durante o tempo em que atuei como presidente do New York City Homebrewer’s Guild que conheci Steve Hindy. Nesse mesmo dia, conversamos sobre uma receita que depois se transformou na premiada cerveja Brooklyn Black Chocolate Stout”, relembra Garrett Oliver.